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Amigos para sempre: os benefícios da parceria entre dentista e laboratório

Em um mercado tão competitivo e oneroso quanto o da implantodontia, por exemplo, que gera custos com implante e laboratório, a cooperação é essencial para o sucesso do negócio. Cada vez mais dentistas e laboratórios percebem que crescer juntos é a melhor maneira de aprimorar constantemente suas práticas e garantir trabalhos integradas, harmônicos e funcionais.

Nesse sentido, segundo explica Marcelo Ballian, responsável técnico do laboratório Obra Prima, a comunicação se torna o principal alicerce de qualquer relacionamento. “Em trabalhos protéticos, a troca constante de feedbacks entre dentista e TPD gera um ciclo virtuoso, que tem como centro a satisfação do paciente”, ressalta Marcelo.

O técnico lembra que o laboratório que recebe um molde ruim e relata os problemas encontrados, por exemplo, contribui para que o dentista tenha mais atenção aos protocolos clínicos no futuro. Da mesma forma, quando o dentista comunica ao laboratório os ajustes feitos em boca, corre menos risco de receber novas próteses com irregularidades semelhantes, relata o técnico.

Somado a isso, o compartilhamento de fotografias de algumas etapas, desde o preparo no consultório, passando pelos registros laboratoriais até os realizados em boca, novamente no consultório, é também outra ótima maneira de aumentar a eficiência do trabalho para ambos os profissionais, explica Marcelo. Além de constituírem um valioso arquivo de referência, no qual o protético pode consultar para aprimorar sua visão, essas imagens, conforme ele conta, servem como reconhecimento pelos bons serviços prestados pelo laboratório. “Como não é possível fazer isso em todos os casos, no entanto, telefonemas também servem para comentar os aspectos mais relevantes do resultado, o que também gera um impacto positivo na parceria”, lembra o responsável técnico.

Ao longo do tempo, a troca de avaliações e críticas construtivas faz com que o técnico crie um mapa mental das preferências de cada dentista e adapte seu trabalho de acordo com essas exigências. O dentista, por outro lado, passa a compreender quais tipos de limitações podem ser deixadas a cargo do laboratório e quais características e peculiaridades devem ser reforçadas na requisição.

Quanto maior a interação, mais fluidez no trabalho

Quando altos níveis de integração são alcançados, o trabalho conjunto pode proporcionar vantagens adicionais, como prazos diferenciados, ou visitas de TPDs ao consultório para prestar auxílio em casos mais complexos. O atendimento em situações de emergência também fica facilitado se dentista e laboratório mantêm relações estreitas.

Para Luiz Reis, responsável administrativo do Obra Prima, a administração do consultório só tem a ganhar com essa proximidade. Laboratórios com modelos de gestão efetivos condicionam o dentista a uma rotina que torna mais eficientes suas próprias atividades gerenciais. “Transparência, realização regular de cobranças e disponibilidade total para esclarecer dúvidas são atributos centrais de um bom parceiro e permitem relacionamentos mais sólidos com os dentistas”, aponta.

A percepção de que o laboratório é o fornecedor e o dentista o cliente é outro fator que ajuda a tornar mais claros os direitos e deveres de cada um. “A partir de um dia a dia de respeito mútuo, a empatia entre os profissionais aumenta e, pouco a pouco, a cooperação se fortalece. Ter visão estratégica para exigir o melhor de si e do técnico diariamente, mas sempre com foco na relação de longo prazo, é a chave para fidelizar pacientes cada vez mais criteriosos”, finaliza Luiz.

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